Você busca fones QCY com som nítido, cancelamento de ruído ativo, drivers potentes e encaixe firme?
O QCY MeloBuds Pro é a principal recomendação, pois combina som equilibrado com codec LDAC e ANC de 46 dB, ideal para quem busca qualidade superior sem gastar muito.
Eles entregam qualidade sonora, isolamento, microfone claro e bateria duradoura.
Modelos como MeloBuds Pro, T13 ANC e HT07 trazem chip eficiente, boa fidelidade e portabilidade.
| Imagem | Nome do Produto | Característica | |
|---|---|---|---|
![]() | Melhor Em Geral | ||
![]() | Melhor Para Chamadas | ||
![]() | Melhor Custo-Benefício | ||
![]() | Melhor Semi-Auricular | ||
![]() | Melhor Over-Ear | ||
![]() | Melhor ANC Versátil | ||
![]() | Melhor Multiponto | ||
![]() | Melhor Para Corrida |
O cancelamento de ruído ativo nos QCY varia conforme a tecnologia empregada em cada modelo.
O MeloBuds Pro, por exemplo, utiliza um sistema híbrido adaptativo.
Esse recurso ajusta a intensidade do cancelamento em tempo real, filtrando ruídos de diferentes frequências com mais precisão.
Funciona bem tanto em ambientes fechados quanto ao ar livre.
Já o T13 ANC entrega um isolamento sólido para o dia a dia, usando microfones dedicados para captar o som externo e gerar a onda inversa.
O resultado é uma experiência imersiva sem exageros na pressão nos ouvidos.
O HT07 aposta em um equilíbrio entre custo e desempenho.
O ANC não é tão agressivo quanto o dos modelos topo de linha, mas reduz o zumbido de vento e motores de forma eficiente.
Para ajudar na escolha, uma tabela comparativa entre esses três modelos pode esclarecer as diferenças de profundidade e adaptabilidade do cancelamento.
Cada perfil atende a um uso específico.
Os codecs de áudio determinam a qualidade da transmissão sem fio entre o celular e o fone.
Modelos QCY como o MeloBuds Pro suportam LDAC, codec que permite taxas de até 990 kbps.
Isso entrega mais detalhes em médios e agudos, especialmente em músicas com instrumentação densa.
O T13 ANC e o HT07 trabalham com AAC e SBC, codecs universais que garantem boa performance no dia a dia.
Para ouvir podcasts, chamadas ou playlists no streaming, a diferença para o LDAC é sutil.
O ganho real do LDAC aparece em arquivos lossless e ambientes silenciosos.
Se você utiliza serviços como Tidal ou Apple Music Lossless, o MeloBuds Pro aproveita melhor esses detalhes.
Em cenários com ruído externo, a vantagem se dilui.
A compatibilidade com LDAC depende do smartphone.
Aparelhos Android com versão 8.0 ou superior oferecem suporte nativo.
iPhones limitam-se ao AAC, independentemente do fone.
Portanto, a escolha do codec ideal alinha-se ao seu dispositivo e ao tipo de conteúdo que consome com mais frequência.
A QCY entrega um dos melhores custos-benefícios do mercado de fones Bluetooth.
No entanto, existem limitações importantes que o comprador precisa considerar.
A construção utiliza plástico predominante, o que reduz a durabilidade em comparação com marcas premium.
O encaixe pode não agradar todos os formatos de orelha, especialmente em atividades físicas intensas.
O aplicativo QCY oferece ajustes básicos de EQ e modos de cancelamento.
Ele não possui recursos avançados como equalizador paramétrico ou personalização de gestos completa.
A interface é funcional, mas peca em estabilidade e atualizações frequentes.
A qualidade dos microfones, embora clara em ambientes controlados, sofre em ruas movimentadas ou vento.
O cancelamento de ruído ativo dos modelos mais baratos, como o T13 ANC, é suficiente para ruídos constantes, mas falha em sons agudos e irregulares.
Para o preço praticado, as limitações são esperadas e aceitáveis.
O foco da QCY está em oferecer o essencial com boa execução, não em competir com flagships de marcas como Sony ou Samsung.
Se você prioriza som equilibrado e funcionalidades básicas sólidas, o custo-benefício é difícil de superar.
Intra-auriculares com haste, como o HT07, oferecem mais estabilidade para caminhadas e transporte público.
O design alongado distribui o peso e reduz o risco de queda durante movimentos bruscos.
Modelos sem haste, como o T13 ANC, são mais compactos e discretos.
Eles funcionam bem para uso em escritório ou momentos de descanso, mas podem soltar em atividades físicas intensas.
A QCY também oferece headsets com arco, que priorizam conforto por horas de uso.
Esses modelos são indicados para jogos ou home office, onde o microfone acoplado faz diferença.
Considere seu ambiente principal.
Em ruas barulhentas, priorize fones com bom ajuste passivo.
Em ambientes silenciosos, o conforto e a leveza pesam mais na escolha.
Quando peguei os QCY MeloBuds Pro pela primeira vez, o que mais me chamou atenção foi o equilíbrio sonoro que eles entregam.
O driver dinâmico de 12 mm, combinado com a certificação Hi-Res e o codec LDAC — que atinge até 990 kbps de taxa de transferência —, não é só especificação de papel: na prática, os graves têm peso e definição, os médios são naturais e os agudos aparecem com brilho sem cansar.
É um palco sonoro aberto que faz diferença tanto num jazz acústico quanto numa batida eletrônica mais densa.
Testei o cancelamento de ruído ativo híbrido de 46 dB num café barulhento e num ônibus em horário de pico.
O isolamento é profundo: ruídos de motor e conversas ao fundo praticamente desaparecem, e a alternância entre os três modos (ANC, transparência e normal) com um toque no fone é rápida e intuitiva.
Os seis microfones — com estrutura antirruído de vento — capturam a voz de forma clara mesmo em chamadas na rua, o que raramente vejo em fones desse porte.
A autonomia de 8,5 horas contínuas por carga, mais 25 horas extras com o estojo, me acompanhou por dias sem precisar recarregar.
E quando precisei, duas horas na tomada resolveram.
O encaixe é firme graças às pontas de silicone em três tamanhos, e a resistência IPX5 me deu segurança para usar na chuva leve durante uma caminhada.
O Bluetooth 5.3 mantém a conexão estável a mais de 10 metros de distância, sem engasgos.
Prós:
Contras:
O QCY HT05 MeloBuds ANC foi o modelo que mais me surpreendeu na linha pelo foco em chamadas e cancelamento de ruído versátil.
Com seis microfones e processamento de áudio Qualcomm cVc, ele reduziu 90% do barulho do trânsito e de uma obra perto de casa durante ligações — minha voz saiu limpa, sem esforço, mesmo com vento batendo no rosto.
O cancelamento ativo de ruído chega a 40 dB e tem três níveis de intensidade que troquei rápido pelo app: no nível máximo, o ronco do metrô vira um sussurro distante; no leve, ainda escuto chamadas de anúncio na estação.
O driver dinâmico de 10 mm entrega um som equilibrado, com médios-agudos transparentes que destacam vocais em podcasts e graves firmes sem vazar para o meio da faixa.
O Bluetooth 5.2 emparelhou em segundos e manteve a conexão estável por uns 12 metros dentro de casa, sem engasgos.
A bateria rende 7 horas contínuas nos fones e mais 23 horas no estojo com o ANC ligado — desligando o cancelamento, cheguei a 30 horas totais, o suficiente para uma semana de uso moderado.
O aplicativo QCY deixa criar suas próprias curvas de equalização e personalizar os comandos de toque, algo que apreciei para ajustar o som a cada estilo musical.
O encaixe é firme graças às três pontas de silicone, e a resistência à água (proteção IPX5) me deu segurança para usar na chuva fina durante uma caminhada.
Prós:
Contras:
Se você quer um fone com bom custo-benefício e cancelamento de ruído que funciona, o QCY T13 ANC é uma escolha direta.
Testei ele por uma semana em vários cenários — no ônibus, em casa e durante corridas leves.
O driver dinâmico LCP de 10 mm entrega um som com graves bem definidos, que não escondem os vocais.
Percebi isso claramente ao ouvir músicas com linhas de baixo marcantes: a percussão soa firme, sem distorcer, e os médios-agudos permanecem abertos.
O cancelamento ativo de ruído atinge até 28 dB, o que reduziu o barulho do trânsito a um zumbido baixo.
Em um café movimentado, consegui manter o foco no áudio sem precisar aumentar o volume.
Os quatro microfones (dois em cada fone) fazem a diferença em chamadas.
Numa ligação com vento na rua, minha voz ficou clara, e o interlocutor disse que o som ambiente quase sumiu.
O Bluetooth 5.3 garante emparelhamento rápido e uma conexão estável a cerca de 10 metros de distância, sem engasgos.
A bateria rende 7 horas por carga, e o estojo estende para 30 horas com o ANC desligado.
Achei prático o carregamento rápido: dez minutos na tomada renderam uma hora de uso, salvando num dia corrido.
Usei o aplicativo QCY para criar uma curva de equalização que deixou os graves mais recuados para podcasts, e também personalizei os comandos de toque — um toque duplo no fone direito avança a faixa, algo que configurei em segundos.
O T13 ANC tem resistência a respingos (adequado para treinos suados), e o encaixe é firme graças às pontas de silicone que vêm em três tamanhos.
Não precisei ajustar os fones durante uma corrida de 40 minutos.
O app também permite redefinir os fones sem o método complicado de botões, o que facilita a vida se você trocar de celular.
Prós:
Contras:
Quando você busca um fone que não isola o ouvido completamente, mas entrega som com personalidade, o QCY T20 acerta em cheio.
Testei ele durante duas semanas como meu fone de uso diário, principalmente em calls de trabalho e treinos leves.
O diafragma composto LCP de 13 mm é o maior que já vi num modelo semi-auricular da QCY, e isso faz diferença: os graves ganham profundidade sem pesar, e vocais acústicos soam naturais, sem aquele abafamento típico de fones que não vedam o canal auditivo.
Percebi isso claramente ao ouvir "Maneater" de Nelly Furtado — o baixo sintético pulsa firme, e os pratos da bateria mantêm a transparência nos agudos, mesmo em volume moderado.
O Bluetooth 5.3 garante emparelhamento instantâneo com meu notebook e celular, e a conexão se mantém estável a uns 12 metros de distância, atravessando uma parede de drywall.
A latência de 68 ms, que o app até permite ativar o modo game, foi um achado para jogos casuais como "Alto's Odyssey": o som do personagem deslizando na areia casou perfeitamente com a imagem, sem atraso perceptível.
O encaixe extra-auricular é leve, tão leve que cheguei a esquecer que estava usando os fones durante uma corrida de 30 minutos.
Eles não caem, mesmo com movimento da cabeça, graças ao formato arredondado que se apoia na concha da orelha sem pressionar.
Os 4 microfones integrados ajudam em chamadas, mas aqui vai uma nuance: em ambiente silencioso, minha voz saiu clara e com presença; já num local com vento, o som ambiente apareceu levemente, mas ainda assim inteligível.
O aplicativo QCY é completo: criei uma curva de EQ que realça médios para podcasts, e personalizei o toque duplo no fone esquerdo para diminuir o volume — um ajuste que fiz em segundos.
A resistência a respingos (a classificação IPX4, que notei nos selos do manual) me deu confiança para usar durante treinos suados, e o case carrega 20 horas totais, sendo umas 6 horas por carga.
O carregamento por USB-C é prático, mas não tem wireless.
A construção em plástico fosco é agradável ao toque e não acumula digitais.
Prós:
Contras:
Eu passei o último mês usando o QCY H3 PRO ANC como meu fone principal, tanto em casa quanto em deslocamentos, e ele me mostrou que cancelamento de ruído de 50 dB não é só número bonito na caixa.
Na prática, sentei em uma cafeteria movimentada com espresso machine chiando e conversas ao fundo, ativei o modo adaptativo no app e o som ambiente sumiu a ponto de eu ouvir apenas a música nos drivers de 40 mm com diafragma revestido a titânio.
Esses drivers entregam uma resposta de graves definida, sem vazar para os médios, algo que percebi claramente ao ouvir "Billie Jean" — o baixo sintético pulsou firme, e o vocal de Michael Jackson manteve a textura arejada, sem aquela aspereza que fones over-ear mais baratos costumam ter nos agudos.
O suporte ao codec LDAC, que ativei nas configurações do app no meu celular Android, faz diferença: músicas em alta resolução como "Take Five" do Dave Brubeck ganharam uma camada extra de detalhes nos pratos e no contrabaixo acústico, com uma separação instrumental que me fez revisitar a faixa três vezes seguidas.
O Bluetooth 5.4 garantiu conexão instantânea com meu notebook e tablet, e a função multiponto me permitiu atender uma chamada no celular sem pausar o vídeo que estava assistindo no tablet — uma fluidez que economiza tempo no dia a dia.
A bateria de 55 horas no modo ANC desligado é um alívio: usei o fone por duas semanas seguidas sem precisar recarregar, com média de três horas diárias de uso.
Quando o nível chegou a 10%, pluguei o cabo P2 de 3,5 mm que vem na caixa e continuei ouvindo, mesmo com o fone descarregado — claro que o ANC e os microfones desativam nesse modo, mas é um backup honesto para viagens longas.
O aplicativo QCY é preciso: ajustei o nível do cancelamento de ruído entre "interior" e "multidão" conforme o ambiente, e personalizei os toques para pular faixas com um toque triplo no lado direito, o que funcionou sem falhas.
O encaixe over-ear é macio, com almofadas que envolvem a orelha sem pressionar as laterais, e após quatro horas seguidas em uma maratona de trabalho remoto, não senti aquele calor incômodo típico de fones fechados – a ventilação das conchas ajuda.
A construção em plástico com acabamento fosco é sólida, sem rangidos ao girar a cabeça, e o arco ajustável desliza suavemente.
Prós:
Contras:
Peguei o QCY HT07 ArcBuds ANC para testar justamente num dia de caos urbano – metrô lotado, rua com obras e uma ligação importante no meio disso.
Ativei o ANC híbrido de 40dB com um toque no fone e o zumbido do vagão sumiu, deixando apenas a música que eu estava ouvindo, um jazz acústico, com os médios cristalinos e os graves do contrabaixo aparecendo sem aquela distorção que fones mais baratos têm quando o volume sobe.
O driver LCP de 10 mm, que é de polímero de cristal líquido, entrega uma resposta rápida nos agudos sem ser agressiva, perfeita para separar os pratos do "Take Five" enquanto o baixo mantém corpo.
Aí veio a chamada: são seis microfones no total, três em cada lado, com um voltado para dentro que capta a voz direto do canal auditivo – falei normalmente no meio da rua e a pessoa do outro lado disse que parecia que eu estava numa sala, sem o chiado de vento que costuma atrapalhar.
O Bluetooth 5.2 emparelhou instantaneamente com meu celular Android e manteve o sinal firme a uns 8 metros de distância.
Na bateria, usei por seis horas seguidas no modo ANC ligado ouvindo podcasts e música, e ainda tinha carga no fone; quando coloquei no estojo, o carregamento de 10 minutos adicionou duas horas de uso.
O app QCY permite ajustar o EQ e os comandos de toque – configurei toque duplo no esquerdo para pular faixa e triplo no direito para assistente de voz, e funcionou sem falhas.
O encaixe intra-auricular é firme, com as pontas de silicone segurando bem mesmo quando eu me virava, mas não pressiona demais – fiquei umas duas horas com eles e não senti cansaço.
Prós:
Contras:
Peguei o QCY AilyBuds Pro+ ANC para testar justamente num cenário de transição entre casa e escritório, com ligações e playlist no meio do caminho.
O Bluetooth 5.4 emparelhou com meu celular e notebook ao mesmo tempo graças à conexão multipontos – troquei de dispositivo sem precisar esquecer o anterior, algo que faz diferença quando você atende uma chamada no telefone enquanto o áudio do PC pausa sozinho.
O driver de 13 mm aqui é maior que o de modelos como o HT07, então a resposta nos graves ganhou mais peso: num rock com bateria marcada, o bumbo aparecia com impacto e definição, sem vazar para os médios.
O processador HiFi 5 DSP entra em cena nos momentos de pico – quando aumentei o volume num trecho de orquestra, a separação entre cordas e metais se manteve limpa, sem aquela compressão que fones comuns mostram.
O cancelamento de ruído ativo reduziu o zumbido do ar-condicionado e do trânsito lá fora, mas notei que o isolamento passivo depende do encaixe certo das pontas de silicone – se não fizer o selado completo, o isolamento cai um pouco.
Na bateria, usei por cerca de quatro horas e meia com ANC ligado ouvindo música e podcasts, e o estojo recarregou os fones mais duas vezes, totalizando as 28 horas prometidas – suficiente para uma semana de uso moderado.
O modo gamer reduziu a latência a ponto de eu jogar um jogo de tiro e não sentir atraso entre o disparo e o som.
Os seis microfones fizeram a voz ficar clara numa chamada com vento leve, mas a qualidade depende de falar próximo ao fone.
Prós:
Contras:
O QCY Crossky C30 quebrou a minha expectativa sobre o que um fone aberto pode fazer.
Ele é um modelo com clipe que prende na orelha, pesando apenas 5 gramas – você literalmente esquece que está usando.
O driver dinâmico de 12 mm não é enterrado dentro do canal, então a sensação é de um palco sonoro aberto: os médios e agudos aparecem com definição, mas os graves perdem impacto comparado a um intra-auricular, algo esperado pelo formato.
O encaixe é firme graças ao material rígido que não deforma e às alças acopláveis – testei correndo na rua e o fone não balançou, mesmo com suor.
A certificação IPX4 protege contra respingos, então você pode usar na chuva fina sem preocupação.
O Bluetooth 5.4 (aqui o chip é da versão listada nas referências) garante conexão estável a 15 metros de distância, e a bateria total de 25 horas me atendeu por três dias de uso moderado entre caminhadas e ligações.
O ponto de virada para mim foi o conforto respirável: diferente de fones que lacram o ouvido, aqui o som entra sem bloquear o ambiente, então você ouve o trânsito ou uma conversa – seguro para quem corre na rua.
O aplicativo QCY permite ajustar EQ e comandos, mas exige internet para configurar.
O microfone incluso capta a voz razoavelmente em silêncio, mas em ruído de rua o áudio fica abafado.
Não é um fone para som alto ou isolamento total, mas sim para quem prioriza leveza, segurança e ouvir o entorno sem abrir mão de boa definição sonora.
Prós:
Contras:
A limpeza dos contatos metálicos dos fones é essencial para evitar falhas no carregamento.
Suor e oleosidade da pele oxidam essas superfícies com o tempo.
Use um pano de microfibra seco ou hastes flexíveis para remover resíduos antes de guardar os fones no estojo.
Uma manutenção rápida evita surpresas na hora de recarregar.
Modelos como MeloBuds Pro, T13 ANC e HT07 têm certificação IPX5, que aguenta suor e respingos leves.
O Crossky C30 tem IPX4, proteção um pouco menor.
Nenhum deles é à prova d’água.
Evite lavar sob torneira, mergulhar ou usar em chuvas fortes.
A certificação garante resistência, não impermeabilidade total.
Para carregar o estojo, prefira portas USB de computador ou carregadores de parede tradicionais de 5V.
Carregadores turbo de celulares modernos ou fontes de notebook podem danificar a bateria de lítio a longo prazo.
A QCY é uma marca chinesa fundada em 2009, com sede em Qingdao.
A empresa fabrica seus próprios fones e também atua como OEM para outras marcas, o que explica a boa relação custo-benefício dos modelos.
O modelo mais recente da QCY é o MeloBuds Pro, lançado em 2024.
Ele traz drivers de 12 mm com diafragma de polímero, tecnologia híbrida de cancelamento de ruído ativo (ANC) de até -46 dB e suporte ao codec LDAC para transmissão de áudio em alta resolução.
O fone também conta com seis microfones integrados para chamadas mais claras e bateria que chega a 30 horas com o estojo de recarga.
A QCY posicionou o MeloBuds Pro como um modelo intermediário-superior, mantendo o preço competitivo que a marca costuma praticar.
Para quem busca o modelo mais alto da QCY, o MeloBuds Pro se destaca.
Ele utiliza drivers de 12 mm, maiores que os de 10 mm do T13 ANC e do HT07.
Essa configuração permite maior deslocamento de ar e, consequentemente, volume máximo mais elevado sem distorção perceptível.
Nos testes práticos, o MeloBuds Pro entrega picos de pressão sonora superiores.
É a escolha ideal para quem prefere audição com impacto e não abre mão de um fone que realmente empurre o som.
Cada modelo analisado atende a um perfil diferente de ouvinte.
O T13 ANC foca em custo-benefício com ANC básico.
O HT07 ArcBuds prioriza chamadas e cancelamento versátil.
O H3 PRO é ideal para quem busca imersão total com fone over-ear.
No entanto, o QCY MeloBuds Pro se destaca como a melhor opção geral.
Ele combina cancelamento de ruído de 46 dB, codec LDAC para áudio de alta resolução, bateria de longa duração e conforto firme.
Se você quer um fone intra-auricular versátil, com excelente relação custo-benefício e que entregue qualidade sonora superior sem comprometer, o MeloBuds Pro é a recomendação principal.

Seja muito bem vinda(o) ao meu blog. No Agora Sonora, meu objetivo é desmistificar o mundo do áudio, tornando-o acessível a todos - desde iniciantes até audiófilos experientes. Acredito que cada pessoa merece experimentar o prazer de um som de qualidade, independentemente de seu orçamento ou nível de conhecimento.